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NACIONALIZAÇÃO DE BOLSAS DE AR DOS TRENS PODE GERAR ECONOMIA DE R$ 1,5 MILHÃO PARA A TRENSURB

27.12.2011

Componentes utilizados na suspensão dos trens, essenciais à segurança e confiabilidade dos trens, passam por testes funcionais.As bolsas de ar, usadas nos sistemas de suspensão dos trens, têm a função de amortecimento, proporcionando mais conforto na viagem.

 

Quatro amostras de bolsas de ar, produzidas em Porto Alegre, entraram na Trensurb para testes funcionais no mês de dezembro. Por pelo menos seis meses, os componentes permanecerão montados no Trem Unidade Elétrica (TUE) 103. Posteriormente, será realizada uma nova análise das propriedades físico-químicas do material que forma as bolsas.
 
As bolsas de ar, usadas nos sistemas de suspensão dos trens, têm a função de amortecimento, proporcionando mais conforto na viagem. Além da estabilização, melhoram indiretamente o desempenho da frenagem. Essas molas pneumáticas conferem confiabilidade e segurança aos trens. 
 
No total, são necessárias 400 bolsas – cada trem necessita de 16 unidades e a Trensurb possui uma frota de 25 trens. Inicialmente, a única opção era importar os componentes, o que acarretaria um custo inviável para a empresa, de R$ 3,3 milhões - R$ 8,25 mil para cada bolsa. A solução encontrada pelo Setor de Oficina (Seofi) da Trensurb, com apoio do Núcleo de Nacionalização (Nunac) da empresa, foi nacionalizar a produção, trazendo uma disponibilidade de fornecimento adequada com um investimento relativamente baixo: em torno de R$ 1,8 milhão - R$ 4,5 mil por unidade. Caso o produto seja homologado, isso representará uma economia de R$ 1,5 milhão para a Trensurb na aquisição dos componentes.
 
Revisão geral dos trens
 
A cada 600 mil quilômetros de circulação – o que equivale a, aproximadamente, 5 anos de uso – dos trens, a Trensurb realiza um trabalho de manutenção preventiva incluindo adequações e algumas modernizações necessárias. O processo tem duração de, em média, dois meses e meio.
 
Em junho de 2013, chega ao fim o contrato da empresa metroviária com a MPE Montagens e Projetos Especiais S.A. Até o fim deste prazo, restam apenas seis trens para serem revisados. Em 2011, foram revisados seis trens, número que se iguala ao ano de 2009. O recorde de agilidade na revisão foi atingido em 2010, com sete trens.
 
Em 2012, a manutenção será dedicada também ao PRE, Programa de Revisão por Equipamento, que tem como filosofia a substituição modular de componentes, reduzindo assim o MTTR (Mean Time to Repair ou, em português, Tempo Médio de Reparo). Ambos os processos são importantes para a durabilidade e disponibilidade dos trens.
 
Foto: Marco Leão, da Trensurb

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